Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019

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Mundo Cristão

Publicada em 19/01/18 às 12:15h - 370 visualizações
Crianças que possuem hábitos religiosos são mais saudáveis e felizes, aponta estudo

Antonio Jose Esteves


Apesar de sofrer ataques dos céticos ao longo dos milhares de anos, a religião se mantém mais viva do que nunca, especificamente a fé em Deus, e um novo estudo realizado na mais importante instituição de ensino do mundo, a Universidade de Harvard, ajuda a confirmar essa realidade ao comprovar que crianças religiosas são mais saudáveis e felizes.

 O estudo foi realizado pela Escola TH Chan de Saúde Pública de Harvard. Os pesquisadores quiseram saber se os hábitos religiosos de crianças e adolescentes poderiam influenciar na qualidade de vida deles. Para isso, acompanharam 5.000 jovens ao longo de 14 anos, até atingirem a idade de 20 anos.

A pesquisa liderada por Ying Chen destacou o “envolvimento religioso na adolescência (incluindo atendimento religioso, oração ou meditação) com dados sobre bem-estar psicológico, saúde mental, comportamento, saúde física e formação de caráter resultantes na idade adulta”.

 Os resultados apontaram que crianças criadas com práticas religiosas, como oração, estudos e participação em instituições como igrejas, possuem 18% mais probabilidade de se considerarem felizes aos 20 anos, são 30% mais prestativas para trabalhos voluntários e possuem 33% menos risco de desenvolver problemas como dependência química e depressão.

 “Essas descobertas são importantes para nossa compreensão da saúde e das práticas parentais”, disse Ying Chen, segundo a Forbes, explicando que a educação religiosa familiar possui grande influência na qualidade de vida dos jovens, desde a infância.

 “Muitas crianças são criadas de maneira religiosa e nosso estudo mostra que isso pode afetar grandemente sua saúde física e mental, além da percepção de felicidade e sensação de bem-estar”, acrescenta.

 A pesquisa destacou também que esses resultados não estão necessariamente relacionados ao número de vezes que o jovem frequenta uma igreja, por exemplo, mas aos seus hábitos diários. Ou seja, a sua rotina de oração e dedicação a fé.

 Publicado originalmente no American Journal of Epidemiology, estudos como esse possuem grande relevância para o cenário cultural da atualidade, uma vez que contraria os movimentos que criticam a importância da religião na sociedade, reforçando o ensino religioso e a contribuição das igrejas, também, no âmbito da saúde mental.

Fonte: Gospel mais




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